Advogado previdenciário Igarapé-Açu – Pará

O que faz um advogado previdenciário?

Comumente há muita desinformação sobre a prática diária desses profissionais o que se sabe pela grande porção da população é um papel de advogado anedótico, originário de novelas e séries estrangeiros, sem conhecimento sobre realmente como ocorre a prática diária dos profissionais.

O advogado por seu lado é um profissional liberal, formado em Direito possuindo registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que atua diante a Tribunais, Juizados, Delegacias, e outros órgãos jurídicos e administrativos representando aqueles que demandam.

Os processos, dessa forma, são dos mais variados, sendo que em alguns não é obrigatória o acompanhamento do advogado, quer entender um pouco mais sobre o papel do advogado em Igarapé-Açu – Pará, e em quais processos ele é preciso? Veja abaixo!

Essencial para administração da Justiça

Os advogados reproduzem as vontades das partes no processo, portanto para o processo eles são um dos lados da própria Justiça, logo parcelas fundamentais para assegurar da devida administração da mesma. Devido a isso, em todos os processos (quando preciso) há o direito e quando não suprido pelo particular, é dever do Estado de conferir o profissional, por isso foram criadas instituições como a Defensoria Pública.

O advogado, consequentemente, é um profissional que age nos momentos mais delicados da vida do cliente, ainda mais no processo previdenciário, que é composto por questões sobre doença, invalidez, aposentadoria tópicos que envolvem exatamente o sustento e segurança do mesmo, e do seu núcleo familiar.

Esse profissional (assim como médicos e outros), é a pessoa ao qual nunca queremos depender, mas quando procuramos esperamos o melhor serviço possível, uma parte portanto importante para a administração da Justiça.

Processo sem advogado

No Brasil, a presença de advogado não é obrigatória em todos os processos, nos juizados especiais, em pedido de habeas corpus, processos trabalhistas e em alguns procedimentos administrativos, a presença é optativa, podendo o reclamante ou recorrente realizar solicitações por conta própria.

Mas lembre-se contar com o suporte do advogado nesses casos não é obrigatória mas é recomendável, mais ainda nos casos onde há controvérsias ou questões a debater, que lidam com questões delicados e/ou complicados e nos casos onde o recorrente não tiver muita noção ou conhecimento técnico sobre a Justiça ou sobre o caso em específico.

A consideração da necessidade ou não de um advogado se encontra também nos problemas de funcionamento da Defensoria pública no país, apesar da Defensoria ser aquela responsável por prestar assistência para as pessoas que não possuem condições de buscar um advogado particular, é fato conhecido da grande demanda que chega ao órgão inclusive em Igarapé-Açu – Pará, o que acaba por prejudicar e atrasar o atendimento para o público, gerando perdas aos clientes.

Também é fato nos processos desacompanhados comum, principalmente quando o recorrente é leigo, ou quando há dados pouco acessíveis sem conhecimento técnico, um prejuízo no valor de indenizações ou menos sucesso nas demandas, ou seja, mais um risco para quem não tem 100% de segurança no seu protocolo por conta própria.

Questões a se considerar em um advogado

Área de atuação

Os juristas assim como em outras ciências sociais possuem áreas de atuação em que podem se especializar (como Previdenciário, Cível, Tributário e etc), é chave conhecer a especialidade e experiência do profissional na área antes de decidir dado que, tais características são centrais no crescimento das chances de procedimento da solicitação.

Ainda podem trabalhar de forma preventiva, fornecendo consultoria em relação as respectivas áreas do conhecimento, fugindo de problemas financeiros e judiciais, mesmo antes do inicio do processo ou até em fase administrativa, sendo nesses casos portanto, a experiência ainda mais relevante.

Vários dos advogados, atuam hoje como “clínicos gerais”, o que significa que fazem de tudo e atuam em qualquer tipo de processo, sem necessariamente possuir uma área de atuação específica e separado, isso não é proibido em si, mas claro, a ausênci de especialização e experiência técnica em determinada área, principalmente em um Direito tão específico como o Previdenciário, pode acabar em erros ou menor chance de sucesso.

Ética e transparência

É relevante saber como é o tratamento do profissional com os seus clientes, se esta sem problemas com a OAB, se a comunicação com o mesmo é fluída, como acontecem as soluções de dúvidas e passagem de resultados, além de dicas e outros suportes técnicos que o cliente venha a depender.

Para isso não é preciso nem haver presença física no escritório, já que hoje a maior parte do procedimento, conferências e contato com os advogados é realizado por telefone ou internet. Repasses como andamento processual, recepção de documentos e outros, até protocolo e movimentação dos procedimentos não carecem mais de acompanhamento físico, o que expande o leque de escolhas ao cliente.

A internet criou um ponto de segurança e transparência aos processos que por exemplo uma pessoa que mora em Igarapé-Açu – Pará pode buscar um advogado de qualquer outra localidade do país, sem porém isso significar um problema ou defeito, valendo portanto a qualidade e não localização geográfica.

Experiência e confiança

A qualidade de um profissional ou escritório é um aspecto subjetivo, mas a experiência é direta, consultar em sites, em páginas, redes sociais e etc, informações sobre o profissional, comentários em relação a consultas, processos anteriores e histórico do mesmo é uma boa maneira de ficar mais tranquilo em relação a qual profissional decidir.

A confiança também é essencial, a relação entre ambos é sustentada na confiança, é preciso desde o começo que se haja convicção no profissional para que o advogado tenha segurança para escolher o profissional para representa-lo frente aos tribunais, para isso fuja de profissionais que propõe soluções milagreiras ou não se propõe a respeitar princípios éticos, assim evitará também dos problemas advindos dessas condutas.

Ética e preço

Um advogado é um profissional liberal que tem como ponto principal a favor do seu trabalho sua reputação, lembre-se não existe mágica nos processos Judiciais, reiteradas vezes profissionais vão lhe propor “soluções mais rápidas” ou atalhos nessa demanda, mas tais meios não existem e podem abrir espaço para você ser prejudicado.

O preço do serviço dos advogados também é dado pela tabela fixa da OAB, evite profissionais que querem desrespeitar a tabela, pois se o advogado não valoriza o trabalho dele, esse é um mal sinal para que tipo de serviço será ofertado ao cliente.

Busque sempre um profissional que mantenha os padrões éticos, que possua um preço justo e que não atue baseado em brechas ou atalhos, pois quando se trata de via Judicial, toda segurança é pouca na garantia dos seus direitos!

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