Advogado Previdenciário em Vila Boa – Goiás

Basicamente todos os dias ficamos de frente com, situações, questões e conflitos, desde em relação a relações de consumo, até casos de família, crimes, ou inúmeras outras situações que nos tencionam a precisar de alguma forma pedir auxílio da Justiça.




Nem sempre existe a oportunidade ou a vontade de lidar com a situação de um jeito amigável, por meio de acordos e etc, então dentro desse conflito de interesses e ainda até indisposição dos envolvidos em resolver o conflito, a via judicial acaba sendo o último caminho possível para resolver o problema.

No texto abaixo, você aprenderá mais, sobre qual a atividade do advogado no processo, e quando é recomendável e/ou obrigatório buscar o profissional,

O que faz um Advogado Previdenciário em Vila Boa – Goiás

O advogado Previdenciário tem como prerrogativas protocolar, acompanhar e tomar nota de todas as ações a se utilizar que garantam os benefícios prováveis  do INSS. Portanto, assegurar o que diz o artigo 621 das Instruções Normativas do INSS: “O INSS deve conceder o melhor benefício a que o segurado fazer jus, cabendo ao servidor orientar nesse sentido”.

Nessa intenção, e representando diante da Justiça os interesses e defendendo os direitos de seus
clientes, o advogado tem, portanto, uma importante compromisso, para aqueles que acompanha, sempre orientando e apresentando ao cliente da forma de agir ou como dar seguimento demandas judiciais.

Este especialista pode atuar em ambas as partes do processo, tanto na fase administrativa quanto na judicial, sendo na fase judicial a presença do profissional obrigatória.

Diferenças entre os processos com e sem advogado

Mesmo as demandas em âmbito administrativo relacionadas ao INSS são muito exaustivas, em Vila Boa – Goiás eles envolvem o consumo de tempo, recursos e paciência lidando com burocracia, filas, balcão, busca documental, processos desgastantes e complexos ainda mais para quem é leigo na questão.

O advogado nessas questões, tem preferência em filas e atendimento nos balcões do Instituto, tendo, nesses casos, maior celeridade de seguir com esse tipo de pedido, o profissional também já tem costume a lidar com esses processos administrativos/judiciais, já entendendo os conflitos que podem aparecer e como se orientar para lidar com eles (expandindo dessa maneira as chances de provimento do processo).

Para entender temos que aprender a diferença entre as duas fases (administrativa e judicial). Na primeira entrada é a administrativa, etapa onde o advogado é importante, mas ainda opcional, nesta etapa o pedido é feito diretamente ao INSS, e é respondido pelo próprio Órgão, a fase Judicial se faz necessária quando o protocolo é negado em âmbito administrativo, para tal é obrigatório a presença de advogado.

É preferível conseguir o benefício ainda na via administrativa (para isso o apoio do advogado é um diferencial), mas as negativas incorretas de benefício são recorrentes, e tencionam as pessoas a procurar a Justiça.

Pós concessão

Os problemas não se limitam a recusa, acontecem de os benefícios serem concedidos com valores inferiores ao de direito, ou apresentados benefícios incorretos (como auxílio doença quando era devido aposentadoria por invalidez ou auxílio acidente), é recorrente também não acontecer a consideração de períodos de trabalho (o que derruba o valor da aposentadoria), o que gera dores de cabeça além da necessidade de trabalho contínuo do profissional.

A hora do protocolo também é chave para essa segurança, já que esses mal entendidos podem ocorrer, os documentos, recursos e demais provas anexadas são de extrema importância para as etapas posteriores, por isso uma orientação incisiva nessa fase pode evitar transtornos futuros.

Qual a duração do processo

Como dito acima ocorrem fases distintas no processo, a administrativa a Judicial e ainda pode haver uma fase recursal dentro da fase Judicial, cada uma dessas fases tem específicos procedimentos e prazos próprios, e em alguns casos como na Justiça, aqueles prazos não são regularmente obedecidos o que leva a uma incerteza acerca de uma determinação exata da duração.

Existem algumas motivações a se levar em conta em relação a esse tema, o tipo da ação, qual o Tribunal e qual vara tramita o processo, se há recursos, se existe prioridade no solicitante (ser idoso por exemplo), e nos acompanhamento do advogado, o cumprimento dos prazos pelo profissional.

Em qualquer ato processual há um trâmite específico, ainda mais em procedimentos Previdenciários, pesados em tecnicismo, iniciando-se no começo administrativo da demanda no próprio INSS (que é ou não feita por um advogado), fase de análise, resposta do INSS, e prazo para recurso administrativo.

Nos casos em que o benefício for recusado é possível solicitar revisão da decisão em Juízo, anexando os documentos e demais provas apresentadas e passando por uma nova perícia, realizada por perito indicado pela Justiça Federal.

O processo sem advogado

No caso da Justiça Federal não é possível pedir sem o advogado (somente é possível nos Juízados Especiais) a entrada em âmbito administrativo tem essa possibilidade de ingresso desacompanhado, porém para os leigos sempre existe o risco do solicitante por erro,  ou por desatenção, até mesmo por incoerência do próprio INSS, acabar prejudicado.

O acompanhamento profissional portanto é ideal, necessariamente para marinheiros de primeira viagem, sempre que se necessitar entrar na Justiça para solicitar (havendo negativa do pedido), ou nos casos em que o solicitante estiver inseguro ou quiser ter maior tranquilidade de uma forma mais fácil de que obterá as melhores chances já no começo.

Conclusão

O processo judicial é um campo pantanoso que gera receio a qualquer um, muito mais os que ainda não tem experiência própria ou não tem contato com alguém que esteve na mesma situação, nesses casos o mais seguro é ao menos buscar aconselhamento com o profissional adequado o advogado.

Se o beneficiário tem plena noção do procedimento e da concessão em âmbito administrativo é cabível o protocolo sem apoio de profissional, porém lembre-se é obrigatório a busca pelo mesmocaso houver negativa do benefício pelo INSS.

Portanto ao escolher o profissional, seja presencialmente, pela internet ou outros meios evite ir por indicações centradas em favores ou amizades, graças ao processo judicial eletrônico e a amplitude da internet, hoje é possível escolher sempre pelo melhor profissional independente do local, esteja atento e sempre opte pela melhor escolha, na intenção de aumentar suas chances de sucesso.

Caso queira saber mais um pouco deixamos esse vídeo para você:

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